Sobre Mim
Sou a Joana Cavaco, tenho 23 anos e sou licenciada em Ciências da Comunicação pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa (Nova FCSH).
Tendo sido uma aluna de excelência no ensino secundário, onde estudei Ciências e Tecnologias, acabei por seguir a área dos meus sonhos, na qual já havia tido algumas experiências laborais, como podem ver nas imagens em baixo, alusivas à minha participação no filme Fátima (2020), enquanto Carolina, irmã da pastorinha Lúcia.
A paixão pelo ensino manifestou-se, desde logo, no primeiro ano da licenciatura, durante o qual comecei a lecionar Inglês no Centro Mastermind, em Telheiras. Afinal, possuo o certificado referente ao nível C1 (Advanced) do Cambridge Assessment.
Desde então, o leque de disciplinas que ensino tem aumentado, estendendo-se a Matemática, Português e Português Língua Não Materna. De janeiro de 2020 até agora, trabalhei com precisamente 20 (vinte) jovens e adultos, do 1.º ano do ensino básico ao ensino superior. Sem esquecer a minha experiência na Hello Nature – Escola da Floresta, da Associação Biogleba, durante a qual fui facilitadora num grupo de crianças com idades entre os 2 e os 10 anos.
Porém, a minha formação ao nível do ensino superior permite-me igualmente abarcar as disciplinas de Filosofia e de Francês.
Da minha equipa consta ainda um professor de Economia.
Estamos muito entusiasmados por vos conhecer e para vos ajudar a alcançar todos os vossos objetivos!
Os filmes O Clube dos Poetas Mortos (1989) e O Sorriso de Mona Lisa (2003) são referências para mim no que toca ao papel de um professor: considerar cada aluno como único, e ajudá-lo a desabrochar o melhor que existe dentro de si, a encontrar a sua voz, sem medo de a exprimir; a pensar por si próprio e a ousar correr atrás dos seus sonhos, independentemente das expectativas que a sociedade ou a família em si depositem.
Carpe diem é o meu lema, como o era para o Professor Keating, que amava o ensino e reconhecia a importância de, mais ainda do que preparar os alunos para a universidade, ensiná-los a “sugar o tutano da vida”, expressão que “roubou” ao filósofo Henry D. Thoreau. Ou seja, o Professor estimulava a experiência artística como caminho para o êxtase, tendo como premissa o facto de serem as emoções (nomeadamente, o amor) o que dá sentido à vida e conduz à felicidade.
A sua leveza, decorrente da capacidade de viver a vida ao máximo e de não temer ensinar como sabia ser eficaz (não restringindo a aprendizagem à sala de aulas, por exemplo), juntamente com a conexão que estabelecia com cada aluno, levaram-no a ser profundamente amado por vários deles, que reconheciam em si o “Captain, my Captain”. Já para não falar da paixão pela sua disciplina que conseguiu despertar, sendo de assinalar o feito de colocar os jovens a escrever poesia!
Ainda que desafiando os preconceitos da sociedade e a visão materialista da vida, o professor não escondia a necessidade de possuir sensatez, aconselhando os alunos a dedicarem-se ao estudo e ao trabalho, sabendo ouvir os mais velhos, e não descurando a autoridade dos pais.
Pois também eu me revejo nesta visão acerca do ensino e da vida, e espero conseguir transmitir a minha paixão pelas diversas áreas do saber aos meus alunos!
Terminando onde tudo começou (já que estamos numa onda de subversão, e por tantas vezes as respostas às grandes questões já terem sido encontradas, urgindo repescá-las), deixo-vos com a máxima orientadora do ensino de Sócrates: “conhece-te a ti mesmo” (o exercício da maiêutica).
P.S.: Sócrates pode ter sido condenado por “não respeitar as divindades e corromper a juventude”, e o Professor Keating ter sido despedido. Porém, são essas pessoas que deixam uma marca profunda naqueles que têm a sorte de cruzar o seu caminho, e que a História inscreve nas suas mais belas páginas: as dedicadas aos Luzeiros!

